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Acorde! Para um mundo melhor – Edição 20/ Agosto

“Tempo, tempo, tempo mano velho”

 

IMG_3900Como na música da banda Pato Fu, o tempo é um dos recursos mais desejados da humanidade. Quem nunca ouviu um amigo ou a si mesmo pedindo para que o dia tenha mais horas? Quem nunca reclamou da falta de tempo? A sustentabilidade debate a melhor utilização de recursos, sendo o tempo um recurso vital do pilar social.

Gerir bem o tempo é fundamental para as empresas e para os próprios profissionais. Pois permite potencializar as ações e, com isso, obter melhores resultados. O primeiro passo para aproveitar melhor o dia é perceber que o tempo é diferente para cada um. É necessário se autoconhecer, aprender a lidar com imprevistos, se organizar, fazer as horas renderem, assim, você vai perceber que ele se multiplica.

“Muitas pessoas confundem horário com tempo. Tempo é vida! Se você sente que faltam horas, é essencial repensar a sua atividade e identificar o que é prioridade e que está acima de tudo, o que é importante e as demais tarefas”, afirma Vanessa Guimarães, jornalista e consultora de comunicação corporativa.

Uma dica da Vanessa é montar um cronograma. O ideal é fazer uma lista diária. Mas, se isso não for possível, tire uma hora por mês para fazer um cronograma de atividades e a cada dia, verifique o que conseguiu cumprir ou faça as adequações necessárias, incluindo os imprevistos.

Outra dica é colocar o horário que vai começar e terminar uma atividade e tentar cumprir essa meta, incluindo o intervalo entre um compromisso e outro. “Cada minuto bem utilizado, vai somar com outros para aproveitar no fim do dia. Por isso, seja pontual e demonstre respeito pelo seu tempo e o do próximo”, destaca.

Trabalhar a gestão do tempo é abrir a mente sobre como organizar o seu dia a dia, para se ter melhor qualidade de vida. Segundo Isa Basílio, analista financeiro da KF Comunicação, o ideal é “tirar um tempo para avaliar como é a sua rotina e planejar-se, classificando cada atividade pelo grau de prioridade que elas exigem: urgente é tudo o que não dá para adiar, esperar ou que tem prazo curtíssimo; importante é o que tem período determinado para acontecer; e circunstancial é toda tarefa que não traz ou agrega resultado”.

Para as empresas é fundamental compreender que cada indivíduo tem o seu próprio tempo, história e que agrega coisas diferentes e positivas. Para Vanessa, “um colaborador agindo como um robô não é positivo. É importante mostrar que todos são líderes na sua função e que o seu trabalho influencia o todo. Assim, as pessoas conseguem produzir mais e administram melhor o seu tempo”.

 

Educação em pauta no TEDxSãoPaulo

tedxspO estádio Allianz Parque foi o palco da edição 2017 da TEDxSãoPaulo, que aconteceu em 12 de agosto. O evento teve como objetivo disseminar ideias e compartilhar experiências inspiradoras para gerar discussões profundas e reflexões entre os participantes sobre o futuro da educação. Entre os palestrantes estiveram educadores, músicos, pesquisadores, entre outros. A ação tem a licença da TED, uma organização sem fins lucrativos, que tem como missão promover ideias. As palestras são referências mundiais e vistas por milhares de pessoas no mundo.

O TEDxSãoPaulo teve transmissão ao vivo gratuita e em tempo real, mas os vídeos das apresentações ainda podem ser encontrados na página do evento: facebook.com/TEDxSP.

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130º Pão com Manteiga Desafios e tendências da comunicação na era digital

Vivian Pontes, consultora convidada e Claudia Zanuso, sócia-diretora da agência destacam principais pontos da edição.

Vivemos uma era digital ou mais que isso? Para responder esta e outras questões, convidamos Vivian Pontes para tomar café conosco no 130º PCM em 23 de agosto. Mestre pela USP, especialista em Comunicação Organizacional e Relações Públicas pela Cásper Líbero e Comunicação Institucional da SOMOS Educação, Vivian tem formação em letras e por isso deu bom dia para os presentes perguntando sobre o que significa a palavra digital. Foram várias as respostas, desde referências ao ambiente tecnológico até os devices e internet das coisas.

Todos estamos 100% conectados e 24 horas por dia. O ser digital é uma extensão de nosso comportamento. O que foi um acessório, uma opção, hoje é indispensável, o tempo todo.

Mas na verdade, a resposta que Vivian procurava veio do dicionário: digital vem do latim (dígitos) que significa dedos e que para a sociedade moderna significa a representação de algumas grandezas por caracteres numéricos. Códigos binários que determinam um universo de combinações matemáticas que constituem sistemas lógicos. Enfim, o conceito de digital vai muito além da comunicação.

É possível utilizar o potencial do mundo digital como um aliado da comunicação?

Sim, claro que sim. O uso desse potencial está presente em nossas vidas, não é novidade. Mesmo quem nasceu na era anterior, analógica, se esforça para ser digital. Mas há uma diferença bem grande para os nativos digitais. Foi o que fez Vivian Pontes desejar estudar programação para entender mais de tecnologia e poder tirar partido dela no planejamento de comunicação. Curioso, perspicaz e ao mesmo tempo sinalizador da tal multidisciplinaridade que é outro fenômeno muito comum na área de comunicação.

Ter o conteúdo como rei, sem dominar os recursos digitais não traz tanto resultado para a comunicação hoje. Ao mesmo tempo, a virada do analógico para o digital não é fácil. “Deve haver um certo limite entre o 100% digital e o contato humano”, afirmou Rafael Cardoso França da DXC Technology.

Vivian ilustrou essa possibilidade com dois exemplos bem inspiradores: Nubank e Magazine Luiza.

O Nubank é uma empresa nativa digital, uma startup que desenvolve soluções simples, seguras e 100% digitais para o cliente ter o controle do seu dinheiro literalmente nas suas mãos. O Nubank emite e administra um cartão de crédito com a bandeira MasterCard, e tem como objetivo melhorar a experiência dos clientes com cartão de crédito através do uso de novas tecnologias e design. Quer conhecer? Vai lá https://www.nubank.com.br/sobre-nos. A experiência é virtual, mas o serviço é real!

O Magazine Luiza conquistou aumento no valor de suas ações e vem inovando no relacionamento com seus clientes por meio de estratégias de comunicação digitais. A mais recente e bem-sucedida foi abrir um perfil no Tinder e obter mais de 150 mil matches, que significam “candidatos a se relacionar” com a marca. Isso porque o Tinder é um dos sites de relacionamento online mais utilizados para ampliar seu círculo social e conhecer pessoas. Desta forma, a marca conheceu e se aproximou de mais clientes, ou futuros clientes. Inteligente, não?

“Essa estratégia de comunicação tem sido consistente”, afirmou Vinícius Amaral da Fundação Vanzolini, “ eles são a 1ª loja online no Facebook e o 2ª eCommerce a criar uma personagem para humanizar a comunicação digital com seus clientes.”

Comunicação corporativa no contexto das redes sociais: organizações, empregados, consumidores… quem de fato comunica?

O grande desafio é fazer o cliente ser bem atendido. E para isso, deve-se construir a experiência do usuário. Por esse motivo, o público interno é tão fundamental para traçar novas estratégias. “Começa dentro de casa a avaliação dessa experiência e quanto mais estruturas matriciais puderam se reunir para pensar, mais próximas da experiência do cliente elas serão”, eu acredito.

A comunicação continua encantando, construindo relacionamentos e fortalecendo marcas. Como pontuou a Izolda Cremonine, também presente neste Pão: “estamos sempre no gerúndio porque o futuro é amanhã”.

E nós, profissionais de comunicação, como nos posicionamos em um universo tão dinâmico e que se transforma rápido e constantemente?

Para Vivian, as características de imediatismo, baixo investimento de recursos físicos e gestão de dados são muito sedutoras para a comunicação, mas aconselha a usarmos a interface digital na medida justa da confiança. “Devemos priorizar a criação de vínculos e analisar qual é o relacionamento digital que a sua organização pode estabelecer, sem ferir sua cultura. O pior resultado é a marca parecer ser digital, quando na verdade não é.”

O seu principal conselho foi recomendar ao profissional de comunicação se aperfeiçoar no entendimento da tecnologia, ampliar seu ângulo de visão para desenhar novas soluções de comunicação, para elaborar as mensagens e poder projetar como elas serão disseminadas. Ou seja, estudar sempre!

Vale registrar que neste pão também estiveram presentes: Milena Prado das Neves, da Construtora Passarelli, Luiz Santiago, da Universidade Cidade de São Paulo, e Gabriella Claudino Reigadas, do Hospital Albert Einstein. Foi u prazer receber a todos!

Milena Prado das Neves, Analista de Comunicação na Construtora Passarelli

 

Vinícius Amaral, Coordenador de Comunicação e Marketing da Fundação Vanzolini

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128º Pão com Manteiga: O Uso do WhatsApp: na comunicação e nas relações de trabalho

No dia 28 de junho, conversamos sobre o uso crescente dos aplicativos de troca de mensagens instantâneas na comunicação organizacional e nas relações de trabalho. Vimos como esse uso potencializa a comunicação multiplataforma entre funcionários e públicos externos à organização, mas também favorecem o uso indiscriminado de informações estratégicas organizacionais.

Fabiana Moreira Gaviolli trouxe para nosso café os resultados de sua pesquisa de mestrado em Comunicação Institucional e Mercadológica sobre o uso do WhatsApp entre 1.054 pessoas de 22 a 70 anos. Curiosa por descobrir como essa nova tecnologia impactou a relação entre as pessoas e a comunicação nas relações de trabalho, foi a fundo na observação dos novos hábitos e no uso da linguagem. Acima de 80% dos seus entrevistados afirma que os emojis facilitam a comunicação. Para ela, há uma variação de percepção sobre o significado desses símbolos entre as pessoas e os grupos aos quais fazem parte. “Cada pessoa tem seu repertório de vida e faz uso dele na hora de se comunicar. A intencionalidade está na linguagem, porque a comunicação é refém da percepção, que trabalha a partir dos repertórios de vida particulares, desenvolvidas por uma série de fatores como cultura, tempo, espaço, crenças, valores, sociedade, linguagem, hábitos, experiências, dentre outros”.

 

O uso da linguagem dos emojis por meio do WhatsApp

Os emojis são signos de imagem usados no ambiente e na comunicação digital criados por Shigetaka Kurita, então funcionário da NTT DoCoMo, no Japão durante a década de 90.

Na troca de informações o ato de comunicar ocorre quando há o compartilhamento de significado. Com o uso dos emojis, a linguagem “escrita” nas mensagens ganha conotação de fala, carrega sentimento e emoção.

Hoje é possível pesquisar mais de 880 expressões em linguagem emoji na web, o que representa a riqueza de tipos em nossa sociedade. Mas cuidado, deve-se observar algumas regrinhas de ouro para se comunicar educadamente, como por exemplo: observar o horário de envio das mensagens e distorções no entendimento dos significados dos emojis.

Hoje não mais analisamos mensagens como simples “receptores”, participamos ativamente do processo comunicacional. O pensamento é organizado pela posse e pelo uso da linguagem.

 

Em Busca da Interação Instantânea 

Nos primórdios da comunicação, os monges tornavam comuns alguns assuntos durante as refeições, ato que ficou conhecido como “comunicati” e que determinou a quebra do isolamento, imposta pelos votos religiosos, para se comunicar. Hoje, a tecnologia nos isola para se comunicar, pois usamos o celular e as redes sociais individualmente sem precisar do encontro físico, conversamos no mundo virtual. “Observamos as novas tecnologias como plataformas ‘ponte’ e não como plataformas ‘muro’, justamente por propiciar um aumento de interação entre as pessoas, por acelerar o movimento comunicacional”, falou Fabiana.

Cada vez mais os aparelhos celulares serão uma extensão do corpo humano cumprindo funções de comunicação, informação e interatividade em tempo real, e passarão a sensação de segurança na troca de mensagens, de um ambiente protegido. Portanto, a comunicação mobile faz parte do ambiente corporativo.

 

O WhatsApp como ferramenta de comunicação

Essa dimensão de comunicação favorece o relacionamento, mas também cria uma falsa sensação de “privacidade e confidencialidade” quando pensamos no meio em que os relacionamentos acontecem atualmente.

Qual aplicativo vocês utilizam para a troca de mensagens instantâneas sobre o trabalho?

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Para Fabiana, esse dado de pesquisa significa que a rádio peão migrou do café para o WhatsApp. Os grupos ou cada colaborador usa o aplicativo para legitimar informações que ainda não foram formalizadas pela comunicação. Concorda? Nós concordamos e é por isso que o seu uso está cada vez mais disseminador no ambiente corporativo, apesar de 79% dizer que a empresa não tem ou que desconhece um manual de boas práticas para uso do aplicativo. E mais, os funcionários conversam com todos os stakeholders da empresa pelo WhatsApp. Prova disso, são os mais de 45% dos entrevistados que compartilham informações da empresa com públicos externos.
A comunicação interna deve disciplinar o uso do aplicativo, estabelecendo uma política e disseminar essa política para criar cultura, pois ele:

  • Facilita o trabalho em equipe
  • Traz velocidade à tomada de decisão
  • Modera grupos e pode se estratégico no engajamento dos funcionários às ações corporativas

Essas conclusões fazem parte da prática de algumas s presentes ao encontro, como Magazine Luiza, Vale Fertilizantes e Sodexo.

“O Whatsapp é uma ferramenta de comunicação incrível, explorar o seu potencial pode fazer toda a diferença na comunicação interna de uma empresa. Na Rádio Luiza nós procuramos ter um contato interativo e rápido com os nossos colaboradores diariamente, e a ferramenta tem nos proporcionado isso de uma forma fantástica!

 

 

Eles pedem música, mandam recados, interagem de forma rápida e espontânea! Sem dúvida é uma inovação na forma de fazer comunicação interna que precisa ser estudada! Dayane Marmello – Shasta Music

“O WhatsApp se tornou, em 2017, uma ferramenta indispensável para nossa empresa se aproximar dos empregados,
principalmente daqueles que atuam em atividades operacionais devido ao perfil e horário de trabalho. Além disso,
se tornou uma forma de chegarmos também nos familiares.

Precisamos ter em mente que as tendências e abordagens externas de sucesso, principalmente aquelas presentes nas
redes sociais, são oportunidades de aprendizagem e ferramentas importantíssimas para as estratégias de comunicação interna.
Atualmente, a solução não é considerada um veículo oficial corporativo, porém é mais uma forma dos empregados se manterem
atualizados e torná-los disseminadores de informações.

O uso do WhatsApp pela Comunicação Interna da Vale Fertilizantes respeita uma série de políticas, tais como só enviar
mensagens para aqueles que pediram para fazer parte da lista de distribuição por meio de cadastro na Intranet, além do cuidado com o horário de interação,
que só acontece dentro do expediente administrativo.

Para a ferramenta são desenvolvidos dentro das campanhas memes diversos inspirados em novidades da Internet, com um pitada de humor
e bastante interação. Além disso, são criados vídeos curtos divulgando programas da empresa, gifs e imagens. Os envios
são geridos por um fornecedor externo, que ao final de cada mês prepara um relatório de análise do período, incluindo número de peças
enviadas, público impactado, número de visualizações e interações, feedbacks recebidos, entre outros.

Ainda estamos em uma fase piloto de análise e aperfeiçoamento das estratégias, porém que já nos traz inputs muito importantes
dentro de cada iniciativa de comunicação interna.”

Thaís Santos Chaves
Comunicação, Relações com Comunidades e Institucionais
Vale Fertilizantes

Clique no link veja o pdf – http://kfcomunicacao.com/pao/2017/128/PDF-PCM-128.pdf

 

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Acorde! n° 19 para um mundo melhor

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Entrevista

A presença da mulher nas organizações e a importância do empoderamento feminino. Para falar sobre esses temas, convidamos Maria Silvia Monteiro Costa, Relações Públicas, diretora executiva da Artha, consultoria que identifica, estabelece, monitora e mensura a confiança nos ambientes corporativos, combinando as dimensões emocionais do ser humano com a eficiência do negócio.

A mulher em posições de liderança

“Temos exemplos de mulheres que estão no alto poder em países, como a Angela Merkel, na Alemanha e a Theresa May, na Inglaterra, e também na direção de grandes empresas. A medida em que temos modelos notáveis, ele vai se espalhando para outros lugares. Elas vão ganhando cada vez mais espaço e inspirando as pessoas. Ainda vivemos em um ambiente com uma cultura muito patriarcal, não significa que são lugares que a mulher não possa ocupar, mas é necessário ter essa clareza sobre as limitações culturais das empresas, os preconceitos, mas isso não pode afetar o quem ela realmente é.”

Empoderamento

“Quando a mulher tem segurança de quem é e das suas potencialidades, ela já se coloca no mercado de uma maneira completamente diferente. Então, se autoconhecer é o que eu recomendo para as pessoas. Isso significa ter autoestima e confiança de que tudo pode, e o que não pode é algo que não depende dela.

A mulher tem que ser forte com aquilo que é sua a verdade, valorizando as suas características. O empoderamento feminino passa pelo autoconhecimento, passa por como ela se coloca no mercado e pelo fato do quanto o ambiente externo limita os seus potenciais internos. Ao encontrar essas vulnerabilidades, ela poderia buscar formas de se desenvolver e se fortalecer.”

Movimentos

“É importante que as empresas tomem consciência de que é necessário falar sobre o tema e que sejam mais igualitárias, com oportunidades de desenvolvimento para todos. A minha única observação é como essa narrativa será construída, para não colocar um gênero versus o outro, porque no lugar de se empoderar, abre-se um campo de discussão e no dia a dia de uma empresa nada é mais improdutivo do que instalar um clima como esse internamente. O ideal é colocar os gêneros em conciliação, pois os dois tem as fortalezas que uma empresa precisa, assim como também é essencial apoiar as mulheres para que elas possam, de fato, trabalhar de maneira igualitária.”

Equidade e empoderamento

waagTodas as pessoas são necessárias para falar de igualdade e respeito. Para estimular o protagonismo e o desenvolvimento profissional das mulheres da AccorHotels, cliente da KF Comunicação, a empresa criou o WAAG (Women at AccorHotels Generation). Entre as ações, foi implantado o programa de mentoring, para preparar as mulheres para atuar em posições de liderança, além de ativações em datas comemorativas e palestras sobre temas relacionados, envolvendo todos os colaboradores. A empresa também faz parte do HeforShe e dos Princípios de Empoderamento das Mulheres, da Organização Mundial das Nações Unidas.

 

A mulher de comunicação

heforshePara compreender os desafios da mulher no mercado de comunicação, Paulo Nassar, presidente da Aberje e professor da ECA/USP, coordenou o estudo “A Mulher de Comunicação – Sua Força e Seus Desafios”, em parceria com Carlos Ramello, sócio-diretor da DMR Consulting. A pequisa contou com a participação de 478 comunicadoras e propôs um questionamento mais profundo sobre as relações de trabalho no País. O resultado foi compartilhado com as empresas membros da Associação.  Mais informações no site da Aberje www.aberje.com.br.

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Acorde! para um mundo melhor nº 18

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Entrevista

Nesta edição, convidamos a jornalista Patrícia Capo, coordenadora de publicações da Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel e editora da revista “O Papel”, publicação com 78 anos de circulação no mercado nacional e internacional, com foco no segmento de celulose e papel, para falar da comunicação como uma ferramenta essencial para manter o público informado e construir um relacionamento de transparência e confiança, principalmente em áreas que são muito visadas quando o assunto é sustentabilidade.

 Como fazer comunicação para setores considerados críticos com relação à sustentabilidade?

No passado, as empresas no mundo tinham uma forma de atuar com muito menos legislação e cobranças. No setor de celulose e papel, foi disseminado um conceito de que era uma atividade destrutiva. Criou-se um paradigma de que qualquer setor que usasse madeira como matéria-prima desmatava o meio ambiente, sendo que não era bem assim. Só que, conceitualmente, explicar isso para a sociedade exigia um planejamento alinhado de comunicação de todo um segmento e eles não estavam articulados para explicar, em uma linguagem única, que o meio ambiente não estava sendo prejudicado.

A visão negativa do setor criou um medo nas empresas e elas se fechavam em vez de se posicionar de outra forma ou de se colocar de uma maneira combatente. Quando algumas delas tentavam se explicar, isoladamente, não conseguiam passar a mensagem com a efetividade necessária. Mas isso já mudou bastante. As empresas se uniram e se fortaleceram como setor e a comunicação foi evoluindo a partir da mudança de posicionamento nas mídias e da forma de apresentar as informações. A entrada dos meios digitais também permitiu comunicar com mais agilidade, atingindo um maior número de pessoas do que no passado.

Quais as tendências em comunicação para essas áreas?

Os desafios serão cada vez maiores e a comunicação ficará cada vez mais complexa. É como escalar uma montanha, escorregar e em algum momento ter de recomeçar. Quando você acha que encontrou o ponto de efetividade, precisa rever o processo, porque no dia seguinte tudo mudou. Atualmente, há um volume absurdo de informações pelos meios digitais, e eu olho para trás e vejo que, em determinados casos, o uso do papel é mais efetivo que um e-mail marketing, por exemplo. Se eu envio uma mensagem para cinco mil pessoas e apenas cinco abriram, quanto que eu comuniquei? Nada! Então, se estou buscando pelo menos 70% de efetividade, preciso avaliar o que funciona e, às vezes, olhar pra trás e ver como eu comunicava. As coisas mudam muito rápido, pode ser que o que eu fazia anteriormente é o que está valendo para o público agora.

Como as empresas ligadas a essas áreas estão atuando nas redes sociais?

O que observo é que nessa questão as empresas ligadas a setores críticos ainda precisam evoluir bastante nas redes. Claro que há as que estão um passo à frente, as grandes, principalmente, que possuem uma estrutura para fazer comunicação digital. Mas, até algumas delas ainda não têm o tempo de resposta que esses veículos exigem e do que é esperado pelo cliente. A exposição proativa ainda é muito tímida, assim como a forma de se relacionar com o público. Às vezes, a empresa age apenas age reativamente quando o cliente faz uma abordagem, em vez de aproveitar o canal para se apresentar e defender seu posicionamento.


Meio Ambiente

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Com o objetivo de mostrar ao público que toda atitude de proteção ao meio ambiente é importante, a KF lançou a sua campanha de comemoração do Dia Mundial da Água, 22 de março. Segundo dados da Organização das Nações Unidas, estima-se que um bilhão de pessoas carece de acesso ao abastecimento de água adequado, e entre as principais causas está o uso ineficiente. Para conhecer o conceito por trás dessa e de outras campanhas de sustentabilidade que fazemos, venha conversar com a gente. Confira!

 

Fique por dentro

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Mover-se nas grandes cidades está se tornando um grande desafio. Para mostrar a transformação da mobilidade urbana por meio do uso de bicicletas, foi criado o projeto Ciclos, do Itaú com a agência de mídia global Vice. O documentário conta a história de pessoas que inseriram o uso da bike na sua rotina. Veja mais!

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125º Pão com Manteiga – Comunicação Interna “Cocreada”, com Alejandro Formanchuk



A manhã de 15 de março começou de um jeito diferente. Enquanto havia caos na cidade de São Paulo, por conta da paralização do transporte público, o Pão com Manteiga recebia pela primeira vez um consultor internacional, Alejandro Formanchuk, Presidente da Asociación Argentina de Comunicación Interna. Mesmo com a mobilidade urbana comprometida, nos expusemos ao acaso e mantivemos o encontro, que acabou transcorrendo numa boa.

Com o tema Comunicação Interna “Cocreada , propositadamente escrito em ”portunhol”, tivemos um bate-papo com a participação de Filipa Nunes, da FH Consultoria, Carlos Carvalho, da Abracom, Rafael Santiago, da Atento, além de Amanda Lage, Marina Belei, Bete Alina e Sergio Garroncini, todos profissionais de comunicação.

Pensar em todo o universo significante de uma organização

Logo de início, Formanchuk ponderou que falta pensarmos em comunicação interna além dos meios. Na percepção dele, “comunicadores precisam estar atentos a todas as mensagens corporativas, além do espaço midiático. O salário é uma mensagem da empresa para o empregado. À medida em que essa remuneração não é compreendida, ela pode gerar insatisfação e, por consequência, desinteresse daquele profissional acerca das demais mensagens corporativas”.

Infelizmente, a área de comunicação interna não tem acesso a essa governabilidade durante o processo. Quando os problemas de comunicação são entendidos como “as mensagens não chegam”, os reduzimos a uma questão relacionada aos meios, quando na verdade, Formanchuk nos advertiu ser muito mais abrangente do que isso.

A colaboração, a compreensão e a coinfluência em ação

Para Alejandro, a comunicação interna deve falar menos e facilitar mais, no sentido de empoderar para que os outros falem. Por isso, aplica a “cocreação” com líderes e empregados, que, segundo ele, “é o empowerment (descentralização de poderes) que estrutura e pauta a boa comunicação. A comunicação corporativa transborda a área de CI”.

Há um imperativo no meio empresarial de que o líder deve se comunicar, mas se ele não participa da decisão, se não está envolvido na solução, não desenvolve a atitude disseminadora. “Comunicação é um ato de fé”, afirmou Formanchuk, e, portanto, precede de credibilidade e confiança. “Para evoluirmos, é preciso transformar a visão das empresas sobre o processo de comunicação e estabelecer regras do jogo”.

Podemos “cocrear” de várias formas e, por isso, exige muito planejamento, que começa por levantar boas perguntas: O que significa trabalhar nessa empresa? O que é uma boa comunicação? Interatividade nas redes sociais corporativas é cocriação? Qual o valor dessa interação? E continua pela área de comunicação assumindo o papel curador, na medida em que está apta a identificar os conteúdos relevantes para a estratégia do negócio.

Isso porque comunicação não é fim, é meio. Portanto, para Formanchuk, “cocrear” é decidir a mensagem junto. A cocriação está vinculada a aglutinar o conhecimento organizacional e motivar o compartilhamento deste conhecimento, por isso, deve-se dedicar tempo em equipes multidisciplinares e liderar os times, dirigindo-os para um objetivo comum.

Comunicação Interna é a cultura em movimento

A questão é que há mensagens contraditórias a todo momento, por conta de decisões equivocadas, mal estruturadas e reservadas a um pequeno centro de poder, afinal, dependendo da cultura, não compartilhar é também uma estratégia de sobrevivência. Por isso, não há como ser transparente todo o tempo, nem em todas as circunstâncias. Linhas de pensamento generalistas assim correm o risco de se tornar ingênuas e inócuas. Significa dizer que se uma empresa é fechada, não haverá espaço para cocriar e compartilhar 100% das vezes.

Artifícios como envolver o empregado para a escolha do nome do jornal interno, não se configura em cocriação para Formanchuk. Isso ele chama de falsa cocriação, por ser uma escolha que não vai influenciar em nada, qualificada como de baixo impacto.

A cocriação é transformadora, motivacional, e o comunicador deve ser o líder dessa mobilidade, capaz de fazer com que as pessoas movam suas ideias em prol da cultura, buscando um ponto de entendimento e colaboração.

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 Alejandro Formanchuk da FORMANCHUK & ASOCIADOS 

– Director de Formanchuk & Asociados  http://formanchuk.com.ar/

– Director de la Federación Iberoamericana de Comunicación Interna http://www.fideci.org/

– Presidente de la Asociación Argentina de Comunicación Interna http://www.aadeci.com.ar/

 

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Acorde! para um mundo melhor nº17

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 Sustentabilidade Empresarial

A primeira edição de 2017 do Acorde é um despertar especial! Convidamos os três sócios da KF Comunicação, João Helou, Cláudia Cezaro e Mônica Deliberato, para um bate-papo sobre sustentabilidade empresarial  e a estratégia de sucesso da agência, que está comemorando 25 anos de mercado e de empreendedorismo, fortalecendo a comunicação nas empresas e vencendo desafios, mesmo em tempos de crise. Acompanhe!

Como iniciou a história da KF?

João: Éramos três pessoas com competências distintas e essa soma agregou muito para a gente desejar ter a nossa agência de comunicação há 25 anos.

Cláudia: Montar a agência era um sonho. Uma vontade de trabalhar com algo que a gente tinha capacidade de fazer. Ficamos um bom tempo somente os três trabalhando para depois começar a criar uma nova estrutura de negócio.

Mônica: Acho que a pitada de tudo isso é que nós três temos um perfil empreendedor, isso é uma característica para o negócio dar certo. Temos o espírito de fazer alguma coisa diferente.

Quais as principais mudanças que aconteceram ao longo dos anos?

Mônica: Acredito que foi o trato com a equipe e a própria forma de gerir um negócio. Fomos aprimorando a gestão e esse é um dos pilares para que ainda estejamos na ativa.

Cláudia: Ao trabalhar em uma área de comunicação, principalmente no setor de prestação de serviços, percebemos o quanto as coisas são voláteis. Por isso, o que tínhamos como política ou como maneira de trabalhar foi se modificando com o tempo, e isso é muito bom. Talvez, esse seja um caminho de sustentabilidade.

João: Também quero ressaltar o que não mudou nesses 25 anos: o propósito de fazer diferente. E isso não precisa ser nada espetacular, pode ser um detalhe que encante e faça com que o cliente deseje estar com a gente.

Quais os principais desafios nesses 25 anos?

Cláudia: As dificuldades existiram e também fazem parte da nossa história. Muitas vezes não sabíamos como seria o período em termos comerciais ou se teríamos a receita necessária para o negócio sobreviver. O que nos manteve firmes foi o nosso compromisso com o cliente e com a equipe e o equilíbrio que buscamos entre o fazer com responsabilidade e o prazer em atender.

Quais os momentos mais marcantes?

Mônica: Estarmos os três hoje ainda juntos, pois são 25 anos, e a confiança ainda é muito forte.

Cláudia: Conquistamos muitos clientes com marcas relevantes e, por meio deles, pudemos sentir o poder do que fazemos. Ver o nosso trabalho acontecendo e a solução que propusemos ajudando as empresas a se comunicarem melhor. Como diz uma grande amiga, “somos testemunha ocular de uma evolução na comunicação”.

João: Quando o cliente devolve para nós uma coisa chamada confiança, é muito gratificante, ainda mais quando diz “eu quero fazer com a KF porque sei que ela vai entregar o que eu quero.”

Quais os planos para os próximos anos?

João: Queremos trabalhar por mais 25 anos, ou quantos anos mais forem, mas sem perder a vontade de fazer comunicação. Que a gente chegue na agência com a mesma disposição de quando iniciamos a agência.


Gente que faz!

Notafiscal_v2-01Dedicar uma parte do seu tempo, o seu conhecimento ou suas habilidades para uma causa pode fazer a diferença na vida das pessoas. As empresas estão, cada vez mais, apoiando práticas voluntárias que engajam seus colaboradores, ao mesmo tempo em que promovem a sustentabilidade, a cidadania e a responsabilidade social. Vale a pena ficar de olho nas ideias e nas ações voluntárias praticadas pelos colaboradores, que podem servir de inspiração para novos projetos nas empresas ou na comunidade

Foi o que aconteceu com o time da KF Comunicação, que participou voluntariamente de uma ação social realizada por um de seus clientes na Casa do Zezinho, espaço que oferece oportunidades de desenvolvimento para crianças e jovens em situação de alta vulnerabilidade social.

A atividade foi gratificante e inspirou a equipe a continuar dando suporte à ONG, por meio do   cadastro de notas fiscais. Sabe aquela notinha do supermercado, da farmácia ou do posto de gasolina que esquecemos de incluir o CPF? O valor do imposto delas é revertido à entidade e faz uma enorme diferença na renda da instituição.

Inspire-se nessa ideia!


Fique por dentro

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Dica de leitura: Nesta edição do Acorde, convidamos você a uma viagem instigante sobre a cidade de São Paulo. O livro Estéreofluxos – Energia da Cidade, produzido por Gavin Adams e Marcos Muzi, com patrocínio da AES Eletropaulo, é um ensaio visual anáglifo (que proporciona um efeito tridimensional estereoscópico quando visto com óculos especiais), onde a capital paulista é retratada em diversos aspectos da sua vida e história. O registo é feito em três camadas chamadas de “visão dos anjos” (vistas aéreas), “visão dos pássaros” (fotografias tiradas por drones) e “visão dos humanos” (registro a nível do chão).

 

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Release 124º PCM Quais são as faces da inovação na comunicação de sua empresa?

Confira o vídeo : 

Abracom, Faculdade Santa Casa e Novelis vieram conhecer a resposta, que contou com o pensamento de Tom Kelley, para quem a inovação tem faces e diferentes identidades. O autor as apresenta por meio de 10 personas entre colaboradores, diretores, contadores de histórias, só para citar algumas, em um de seus quatro livros sobre o assunto: As 10 faces da inovação – Estratégias para turbinar a criatividade.

Nosso consultor convidado, Luiz Santiago, trouxe sua interpretação à obra de Kelley, como inspiração para o 1º Pão com Manteiga de 2017, em comemoração aos 25 anos da KF. Ao descrever o “CAOS” da comunicação, dentro das empresas, aprendemos que C significa a Construção, A, o Aprendizado e O, Organização – grupos de comportamento dentro dos quais se encaixam as 10 personas. Para particularizar ainda mais a sua abordagem, Luiz acrescentou significado ao S, somando à sua análise o verbo Surpreender, que segundo ele é uma alusão ao manifesto da agência, texto de posicionamento redigido pela equipe da KF em comemoração aos 25 anos.
Clique aqui para conhecer.

O CAOS contribui para identificar o que de fato contamina o processo de comunicação interna, portanto, é de responsabilidade e envolve todos os colaboradores. Na Construção, temos muitos elementos de comunicação, como profissionais da área cada vez mais qualificados para cuidar das mensagens e fazer a curadoria do conteúdo. Para inovar, a comunicação interna precisa ser entendida como um processo do negócio, e para isso, precisa ser ativada pelas demais áreas da empresa. Não à toa, proliferam os modelos de envolvimento e de coparticipação.

O diálogo, somado à estrutura de canais internos e a comunicação pelo líder, formam o tripé mais eficiente para se comunicar dentro da empresa. Para Beatriz Araujo, psicóloga e comunicadora, comunicação é relacionamento e demanda uma escuta qualificada, ou seja, entender as necessidades do outro para atendê-lo. “Cabe a nós empoderar o processo de comunicação dentro das organizações e identificar as pessoas que vão colaborar. A auto responsabilização implica em reconhecer o que afeta o outro, e reconhecer a tensão é o primeiro passo, segundo ela.

“Independentemente do ambiente, a comunicação acontecerá onde houver oportunidade de diálogo e necessidade de troca de informação, pois uma empresa é sempre um processo em autoconstrução. Um CNPJ é o conjunto de CPFs”, afirmou Santiago.

“Rasgue o seu plano de comunicação.
Talvez ele não valha absolutamente nada. ”

A provocação feita por Luiz significa rasgar para tirar do papel. Todo planejamento tem importância, mas à medida em que ele é implantado, a dinâmica de sua prática fará com que seja um instrumento vivo, mutável e, portanto, inacabado por essência.

Inovar é também dar um passo atrás. A área de comunicação interna pode e deve evoluir para uma área de facilitação dos relacionamentos dentro das empresas. Por que não? E como em um consultório de psicanálise, tentar responder “O que falta? ” será transformador para revelar o desejo, o sonho.

Luiz Santiago é administrador e jornalista, mestre em Comunicação e especialista em Gestão de Marketing, Comunicação com o Mercado e Marketing Digital. Atualmente é gerente de Comunicação e Marketing da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, instituição de ensino superior que tem como mantenedora a Fundação Arnaldo Vieira de Carvalho. É professor universitário e pesquisador em Tecnologia e Mercado.

luiz.santiago@fcmsantacasasp.edu.br

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Nossa missão na DSM

DSMA DSM é uma multinacional nos setores de Saúde – Nutrição – Materiais, que trouxe para o Brasil o HR Transformation, o conceito global para gestão de pessoas e que implicou e uma campanha de comunicação interna criada pela KF Comunicação.

A agência desenvolveu o conceito e o KV da campanha, além de planejar mensagens chave para todos os públicos impactados com a mudança, segmentando conteúdos dirigidos aos gestores e aos colaboradores.

O tom de inovação, alinhamento com melhores práticas globais e orientações para o uso, deu a base para o desdobramento da campanha, quando ocorreu o lançamento do Portal de Autosserviços.

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Ensaio pelos 25 anos de agência

Escrever sobre nosso sentimento pelos 25 anos da KF é um super desafio. Afinal, foi tanta coisa vivida e trabalhada, das quais nos orgulhamos, e que nossa memória seleciona o que recordar que nos fez feliz. Pois bem, chegou o momento de celebrarmos essa data e aproveitar para valorizar quem somos!

Em 1992, começamos nas áreas de design e publicidade. Éramos três jovens profissionais, eu, Claudia Cezaro Zanuso, João El Helou e Monica Deliberato Baptista, preparados para planejar e criar ações de comunicação. Aos poucos, a comunicação interna apareceu como um negócio interessante, na medida que nos permitiu atender uma nova necessidade da comunicação. Os primeiros serviços contratados foram pontuais e aos poucos confirmaram a importância do relacionamento com o público interno. Por isso, sabemos que somos precursores de um serviço especializado, quase sem querer, mas com muita vontade de dar certo.

Treinamos nosso olhar e a percepção para desenhar soluções justas para cada empresa. E, sem exagero, isso é feito até hoje, porque entendemos que a comunicação interna nasce e se estabelece em territórios próprios, limitados pela identidade de cada organização. Atualmente, posso afirmar que é impossível reproduzir modelos, e que é possível analisar melhores práticas para gerar novas aplicações específicas.

Da criação, da implantação e da avaliação dos resultados, crescemos e multiplicamos nossos serviços e soluções. Na virada no milênio, já atuávamos pela responsabilidade social, pelas ações voluntárias e, delas, foi um passo fazer comunicação pela sustentabilidade. Vivenciamos a prática de memória empresarial que também compõe nosso leque de atuação. Aos 20 anos da KF, nos reposicionamos e assumimos uma das nossas principais características de personalidade que é “comunicação e muito mais”.  Porque somos assim, tão simples quanto parece: o comprometimento e a atenção que dedicamos a cada um de nossos clientes, valorizando as relações humanas.

Acredito que estamos preparados para atender às suas necessidades de diálogo e construção de um ambiente de trabalho confiável. Desejamos ser a agência escolhidas pelas marcas que veem valor em se comunicar. Sinto que nossa visão “Se a comunicação com o colaborador é estratégica para o seu negócio, a KF Comunicação é estratégica para sua empresa”, continuará guiando nossos passos.

Então, para quem comunicaremos? A quem interessar, respostas inbox.

Foto-ClaudiaZ Claudia Cezaro Zanuso tem MBA em Comunicação Empresarial pela Aberje/Eseg e Marketing Pleno pela Madia Marketing School. Sócia-diretora de atendimento e planejamento da KF Comunicação há 24 anos, onde é vencedora do nove prêmios Aberje, dois ADVB e um Marketing Best. Aplica seminários e workshops sobre Comunicação Interna e leciona na pós graduação em Comunicação Empresarial da Faculdade Anhembi-Morumbi. Coordena Grupo de Trabalho sobre CI na Abracom, com o qual publicou dois cadernos de comunicação organizacional e quatro encontros Verso e Reverso da Comunicação Interna.